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Felipe, o craque do Carioca 2011
Ele surgiu atraindo fãs de todo o país. Lateral-esquerdo ousado e altamente técnico, fez uma de suas maiores exibições na carreira num jogo em que muitas estrelas do passado já se omitiram, devido à pressão: a grande final do Mundial Interclubes. Diante do Real Madrid, em dezembro de 1998, se o Vasco não ficou com o cobiçado título, a culpa, decididamente, não foi de Felipe.
Carioca de 2 de setembro de 1977, Felipe Jorge Loureiro chega aos 34 anos defendendo o clube que o originou e pelo qual seu coração bate acelerado. Na posição de meia, arma as melhores jogadas do Vasco, agremiação presidida pelo imortal Roberto Dinamite. Alguns desses lances você pode rememorar aqui, através das lentes do Canal 100.
Dos maiores dribladores de sua geração, Felipe não se afirmou na Seleção Brasileira, tal qual outro inquestionável ídolo cruzmaltino: Edmundo. Mas é inegável seu talento. Campeão da Copa América de 2004 com a camisa amarela, sob o comando de Carlos Alberto Parreira, o jogador vestiu outros importantes uniformes na sua trajetória. No Brasil, representou o Palmeiras, o Atlético Mineiro e a dupla Fla-Flu. Na Turquia defendeu o Galatasaray. No Catar, fez magias pelo Al-Sadd.
Bicampeão brasileiro e vencedor da Taça Libertadores pelo Vasco, Felipe destacou-se também no título carioca que ganhou pelo Flamengo, sob o comando de Abel Braga, em 2004. Para muitos, naquele Estadual ele reencarnou Mané Garrincha, atuando como autêntico ponta-direita. No Fluminense, em 2005, viveu outra boa fase. Começou bem, mas se perdeu após a chegada do sérvio Petkovic, que lhe tomou o status de principal estrela das Laranjeiras.
Mas sua casa no Rio é mesmo o clube da Cruz de Malta. O jogador, que estreou pelo Vasco em 3 de novembro de 1996, na vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo, completou 300 jogos pelo clube recentemente. O feito foi alcançado no 2 a 2 com o Olaria que valeu ao time da Colina a melhor campanha de seu grupo na fase classificatória da última Taça Rio.
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